Nome:
Patrícia
Idade:
34 anos
Cidade:
Manaus-Am

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Quando dói o coração

Letícia Thompson

Quando dói o coração, todo o corpo dói.

Por que permitimos que as pessoas entrem assim tão dentro da gente a ponto de saírem carregando um pedaço de nós quando partem?

Por que nos damos tanto, nos entregamos tanto, nos deixamos tanto em mãos não tão cuidadosas dos nossos sentimentos?

Deveríamos aprender a ficar na margem, olhando de longe a paisagem calma e nos satisfazer dessa visão, como quem se fascina com uma miragem.

Mas não nos satisfaz olhar.

Humanos que somos, precisamos absolutamente sentir, ao risco de nos afogar...e mergulhamos inteiramente.

E, vida afora, vamos mergulhando em promessas de amor eterno, felicidade infinita e mar de rosas.

Não nos questionamos sobre probabilidades de perdas e decepções, pois só de pensar já é doloroso.

Dói...dói...dói e dói ! ...

Mas isso não vai nos impedir de continuar, não vai nos impedir de viver.

Pedaços de nós são ainda partes de nós e ninguém disse que precisamos chegar à velhice inteiros e sem marcas.

Isso é vida !!! Não desistir, manter-se de pé, doendo, mas de pé, cabeça erguida na direção do desconhecido e peito cheio de esperança que a próxima vez será diferente.

Grandes artistas obtiveram o melhor de suas obras nos grandes momentos de aflição e dor.

Faça o mesmo: Mostre o que de grande há em você tirando partido das suas decepções !

Construa-se !!!

Tenha em mente que não é você que não foi digno daquele amor, mas aquele amor que não foi digno de você.

E se faz parte da vida caminhar entre flores e espinhos, não se esquive do caminho.

Caminhe !!!

Amanhã talvez seja diferente.

E talvez não.

Mas entre as subidas e descidas, você vai ter sobrevivido.

E vai ter sobretudo, vivido.

:: Postado por Patrícia às 12h48
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A ORIGEM DA PALAVRA SINCERA
 
Sincera é uma palavra doce e confiável.
Sincera é uma palavra que acolhe .
 e essa é uma palavra que deveria estar no vocabulário de toda alma.
Sincera foi uma palavra inventada pelos romanos.
Sincero vem do velho, do velhíssimo latim...

Eis a poética viagem que fez sincero de Roma até aqui:
Os romanos fabricavam certos vasos de uma cera especial.
Essa cera era, às vezes, tão pura e perfeita
que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos, chegava-se a se distinguir um objeto
- um colar, uma pulseira ou um dado -
que estivesse colocado no interior do vaso.

Para o vaso, assim fino e límpido, dizia o romano vaidoso:
- Como é lindo... parece até que não tem cera!
"Sine-cera" queria dizer: "sem cera",
uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado,
que deixava ver através de suas paredes.

Da antiga cerâmica romana, o vocábulo passou a
ter um significado muito mais elevado.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta,
que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
O sincero, à semelhança do vaso,  deixa ver, através de suas palavras,
os nobres sentimentos de seu coração.

Malba Tahan


:: Postado por Patrícia às 12h41
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